quinta-feira, 30 de junho de 2011

O futuro

Quero ser grande!

Dia desses estava eu à toa pensando no futuro, em como minha filha vai ser linda e graciosa (claro) e... será que minha filha vai ser baixinha?? Eu sou baixinha, minha mãe é menor que eu e minha avó era menor ainda. Seguindo essa tendência, ela deve ser mais alta que eu (ufa, deve dar pra alcançar a última prateleira do mercado). Ultimamente, observando principalmente meus alunos, percebo que os adolescentes estão ficando a cada ano maiores. As crianças de nove anos são maiores que eu e calçam 37! Menininhas que calçam 37, um horror (sem ofensas a quem tem pé grande)! E a tendência do brasileiro é ficar mais alto, em média cinco centímetros a mais a cada geração . E isso tem a ver com o desenvolvimento do país (principalmente com a melhora da alimentação - apesar do fast food hoje ingerimos mais vitaminas e minerais que há 100 anos e há menos desnutrição), logo nos países mais desenvolvidos, a população costuma ser mais alta, o contrário ocorrendo nos países menos desenvolvidos. 
E a pergunta que fica é: Será que daqui a duas gerações vamos ver por aí vovós de 1,80? Medo!

terça-feira, 28 de junho de 2011

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segunda-feira, 27 de junho de 2011

13 coisas que ninguém te contou sobre ter um bebê (Parte 2) #maternidadereal

(Leia a primeira parte aqui!)


8 – Não importa o que você pensa, você vai transformar morrinhos em montanhas

Mesmo nas menores escolhas – entre tipos de papinha, essa ou aquela roupinha – você se sentirá como se estivesse decidindo como lidar com dívida pública. Isso é normal. Você está cansada e, convenhamos, existem escolhas demais por aí. Escolhas mais importante, como quando e onde vacinar, serão ainda piores, pois como mãe você está sempre hiper consciente de que as escolhas que você faz por seus filhos irão afetá-los para sempre e você morre de medo de fazer as escolhas erradas.

9 – As menores coisas às vezes irão te irritar ou deixar com raiva.

Seu filho pode te fazer dar um chilique simplesmente porque fez uma “escolha” que você não aprova, como não tirar a soneca quando deveria, estragando toda a rotina dele (sua).

10 – Você nunca vai sair de casa na hora em que esperava

Não importa quanto tempo leva pra você se arrumar, triplique esse tempo. Via de regra, seu filho ou vai fazer um cocô explosivo quando você estiver passando pela porta ou você vai estar a três quilômetros de casa quando perceber que esqueceu a bolsa de fraldas. Bebês são ótimos em bagunçar sua rotina, então não se deixe abater – tente remar com a maré sempre que possível.

11 – As pessoa irão oferecer ajuda – diga sim todas as vezes.

Se você é o tipo de pessoa que odeia pedir para os outros fazerem qualquer coisa por você, agora é a hora de mudar sua personalidade. Seus amigos e parentes irão se sentir bem sabendo que te ajudaram e, claro, você precisa desse auxílio. Não gaste aquela uma hora ou duas de tempo livre escrevendo cartões de agradecimento ou devolvendo presentes que você não quer. Tire uma soneca. A não morda a mãe que te alimenta – se o ângulo no qual sua sogra segura a mamadeira te irrita, respire fundo e saia de perto para não ver (e correr o risco de se intrometer).

12 – Mesmo que você não seja do tipo competitivo, você será atraída por comparações

Mesmo que seja bacana – e importante – ter um grupo de apoio de outras mães com crianças da mesma idade da sua, a constante comparação a respeito do desenvolvimento te fará sentir inferior. Se o seu filho ainda não rolou e o resto das crianças do parquinho estão virando cambalhotas, você sem dúvida se sentirá mal a respeito. Atrasos na fala são particularmente difíceis de lidar, pois você inevitavelmente chegará a conclusões sobre deficiências de aprendizado futuras ou pior. Tente evitar esse tipo de conversa mudando o assunto para algo positivo – algo que você sabe que ambos os seus filhos fazem e que é ótimo – ou algo neutro, como o fato de que você ainda faz xixi com frequência. Então saia da sala pra fazer xixi.

13 – Ficar sozinha de repente se torna a coisa mais maravilhosa de todos os tempos

Você ama seu bebê e seu marido. Você se sente sortuda e abençoada por tê-los em sua vida. Você está cansada deles. Tente se afastar dos acontecimentos de vez em quando, seja tomando um banho ou fazendo uma caminhada breve, ou fazendo uma vitamina pra você mesma e bebendo enquanto folheia uma revista enquanto seu bebê foi passear com aquele parente ou amigo para quem você disse sim. Um tempo sozinha é a chave para sua sanidade. Provavelmente você não fará massagens luxuosas nas primeiras semanas, mas alguns momentos de solidão para se lembrar de que você ainda é você – e não apenas mãe ou esposa – te darão a recarga que você precisa ainda de voltar para a trincheira.

Curtindo um pôr do sol com o papai. Delícia!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

13 coisas que ninguém te contou sobre ter um bebê (Parte 1) #maternidadereal

*Traduzido e adaptado do site iVillage

1 - Tudo à sua volta vai parecer ridiculamente perigoso
O mundo sempre foi um lugar não muito seguro, mas quando o seu bebê chega o nível de ameaça se torna extremo. Você terá medo do seu bebê ser fumante passivo, da fumaça do escapamento dos carros, mamadeiras com BPA, combustível no leite em pó, chumbo nos mordedores, e germes nas mãos sujas de todos que acham o seu bebê irresistível. Como lidar com isso? No início não muito bem. Eventualmente, você vai aceitar que não pode proteger o seu filho de tudo, inclusive dos nuggets de frango.

2 - Depois de ser a estrela por nove meses, alguém vai tomar seu lugar
Você se acostumou com estranhos oferecendo o assento no ônibus ou perguntando como você se sente. Mas agora que o bebê está aqui, você já era: seu papel é alimentar, vestir e confortar o bebê. E só. Todo mundo quer saber como o bebê está. Todos os presentes são para o bebê. Massagens nos pés feitas pelo seu marido (se é que ele fazia isso antes) agora são reservadas para as bisnaguinhas do bebê. Assuma, você foi colocada no banco de trás. Para o resto da vida. E você não está lá aconchegada na sua cadeirinha tirando uma soneca como o bebê.

3 - Você nunca vai ficar igual era antes usando um bíquini
Não importa o quão linda a Heidi Klum esteja depois do décimo segundo bebê, você ainda vai ter estrias que fazem sua bunda parecer uma bancada de mármore e possíveis veias azuladas para combinar. Sua barriga provavelmente vai continuar flácida até o seu filho fazer 18 anos, quando você provavelmente vai ter uma pancinha. E, sim, você vai querer enterrar o seu bíquini antigo no fundo da gaveta e investir em um "vestido" de nadar. Um conselho: faça um esforço para ficar bonita mesmo assim. Não se preocupe com as duas vezes ao ano em que você vai à praia. Compre roupas que te deixam linda em terra firme. E use-as com frequência, não só em ocasiões especiais. Isso inclui uma roupa bonitinha e confortável pra usar em casa com o bebê. E daí se ele vomitar nela? Isso também acontece com a Heidi Klum.

4 - Você terá momentos - especialmente à noite - em que se sentirá louca
No meio da madrugada, a lógica desaparece. Enquanto amamenta, você começa a imaginar que derrubou o bebê, causando dano cerebral irreversível. Ou superalimentou o bebê ao ponto da barriguinha dele explodir (aliás, isso não acontece; ao contrário de você, os bebês sabem quando parar de comer). Você pode sentir a necessidade de verificar a cada cinco minutos se o bebê está respirando, até ficar tão cansada que desmaia no chão do quarto dele. Quando você finalmente aceita que não precisa monitorar o bebê constantemente e que pode (e deveria) dormir entre as mamadas você começa a ter medo de não ouvir o bebê chorar e sua negligência levar o bebê à morte por inanição. Se você dá leite artificial, talvez jogue o conteúdo de inúmeras mamadeiras no lixo porque o cansaço faz você esquecer quantas medidas já adicionou à água. Sim, a falta de sono leva a falta de raciocínio e medos irracionais. Mas aparentemente o seu cérebro tem uma reserva, porque quando o dia chega as coisas se tornam mais claras. 

5 - As mães perfeitas serão um enigma pra você

Você conhece o tipo - o bebê dela nunca chora e elas conseguem tomar um café enquanto empurram o carrinho com uma mãe só. Quem ensinou elas a fazer isso? Elas treinaram antes de engravidar? Na última vez que você tentou fazer isso trombou com um poste, tomou um banho de café quente, manchou permanentemente seu novo carrinho de marca (modelo antigo que você comprou em um brechó ao contrário da mãe perfeita que tem um super moderno) e quase queimou sua preciosa criança nesse processo. A mãe perfeita flutua graciosamente com todos os últimos lançamentos em produtos de bebê à sua disposição. Na maioria dos casos ela já perdeu todo o peso da gravidez e geralmente aparece no momento em que você está se empanturrando com um cheeseburger. Você não gosta nem um pouco da mãe perfeita e pode falar incessantemente sobre seu hábito irritante de sempre ter lenços umedecidos à mão, armazenados em uma embalagem fofa, enquanto você sempre esquece os seus em casa. Mas lembre-se de que a mãe perfeita também tem dias ruins. E, acredite se quiser, haverá dias em que você estará por cima e todos a olharão com nojo e inveja.


6 - Amamentar é a habilidade mais estressante que você vai adquirir, e você pode nunca adquiri-la.
De mamilos doloridos e problemas de "pega" a ductos bloqueados e infecções mamárias, a amamentação é repleta de angústias. Você nunca se sentirá tão fracassada como mulher quanto quando não consegue alimentar sua criança naturalmente. Um especialista em amamentação pode ser a solução e, para algumas, uma orientação é suficiente. Mas não funciona para todas. E para aquelas que não têm sucesso, a vergonha de alimentar com leite em  pó pode parecer insuportável. Cada vez que outra mulher põe pra fora seus seios fartos enquanto você tira da bolsa seu pó artificial - particularmente durante a aula de yoga mamãe e bebê ou grupos dominados pelas mães perfeitas - você se sente horrível. Mas lembre-se de que a amamentação não é a única medida de uma boa mãe. Você pode amamentar por um (ou dois, ou três) anos ; você cria seu filho por mais ou menos 18, e esses outros anos também são importantes.

7 - A licença maternidade é mais difícil que um emprego em tempo integral

Antes de ter meu primeiro bebê, eu nunca entendi como alguém poderia entregar seu bebê a um estranho e sair pra trabalhar um dia inteiro. Depois de 12 semanas com meu bebê, eu entendi. Não é que eu não amasse meu filho mais que tudo no mundo; eu só percebi que não tinha nascido pra ser mãe em tempo integral. Eu tinha decidido bem antes do bebê nascer que iria trabalhar meio período depois da minha licença. A verdade é que eu estava pronta para voltar integralmente, mas isso não era mais uma opção pois eu já tinha aberto mão do meu cargo. Eventualmente voltei a trabalhar em período integral, mas a lição que aprendi é não presumir nada antes do bebê chegar. Você não pode ter certeza de como as coisas serão. Diga a seu chefe que você planeja voltar, e decida depois se é isso mesmo que você quer. Isso é ser honesto com seu chefe e com você mesma.

(Continua)

segunda-feira, 20 de junho de 2011

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