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sábado, 18 de junho de 2011

Dicas: sono dos bebês

Quando a Maya nasceu, ela só dormia. Acordava a cada três horas, mamava e voltava a dormir. Acho que passou o primeiro mês de vida quase todo assim. Às vezes ficava acordada por breves períodos.
Os bebês necessitam de muitas horas de sono, e o recém-nascido pode dormir por até 18 horas diárias. Quando o bebê começa a se interessar mais pelo mundo à sua volta, começa a passar mais tempo acordado, e também se distrai mais facilmente, começando a "lutar contra o sono". Foi o que aconteceu com a minha pequena. Passamos por um período muito difícil em que ela custava muito para dormir.
Hoje, com 8 meses, ela já tem uma rotina bem estabelecida de sono e sonecas, apesar de ainda acordar várias vezes à noite, por motivos diversos. Aqui vão as minhas dicas, baseadas não só em experiência própria, mas nas inúmeras pesquisas que fiz para superar o problema do sono:

1 - Coloque o bebê pra dormir aos primeiros sinais de cansaço
Caso contrário, o risco é de o sono vir e ir embora, o bebê (ou criança) se recusa a dormir, mas continua cansado, um cansaço que acumulado leva a muita irritação e manha. Sabe quando você fica acordada de madrugada empolgada com alguma coisa e de manhã sente que não precisa dormir mais? Então, o sono (e o mau humor) voltam em dobro depois, certo?

2 - As sonecas diurnas são muito importantes
Um dos maiores mitos é o conselho muito frequente de que os pais devem deixar a criança acordada durante o dia para gastar energia e dormir bem à noite. Uma criança superestimulada não só irá demorar muito mais para adormecer, como terá a qualidade de seu sono prejudicada.

3 - É importante que a criança durma em um horário adequado para sua idade
Deixar o bebê acordado até tarde na esperança de que ele acorde mais tarde no dia seguinte não funciona. A criança irá acordar no mesmo horário ao qual se acostumou, mas não terá descansado o suficiente, ficando irritada e manhosa.

Uma criança que não dorme o suficiente não só pode ter mais problemas de comportamento como também apresentará alterações cognitivas (não irá aprender tão bem quanto uma criança descansada), falta de concentração e de memória, e pode também não crescer como deveria. É importante reconhecer os sinais de sono insuficiente em seu filho, como a irritabilidade, perda de interesse em atividades e brinquedos, falhas de coordenação motora e até hiperatividade. Abaixo segue um link interessante do grupo "soluções para noites sem choro" que mostra uma tabela de sono saudável para bebês conforme a idade. Recomendadíssimo.

Até a próxima!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Dicas: Bebês e Piscinas

Toda mãe já deve ter ouvido alguma  história de terror notícia a respeito da alguma crianças que se afogou na piscina de casa, da escola, do vizinho ou de parentes. E essa é uma questão preocupante, já que o afogamento é uma das principais causas de acidentes com crianças menores de 5 anos. Na casa da minha mãe tem piscina, então essa será uma preocupação extra durante as visitas depois que a pequena começar a se locomover sozinha. Dia desses me deparei com o seguinte vídeo:
O vídeo trata de uma técnica que está se popularizando no exterior, na qual bebês com mais de 6 meses são ensinados a sobreviver caso venham a cair na água, aprendendo a virar de barriga pra cima e boiar para que possam respirar enquanto a ajuda não vem.
Ensinar bebês a nadar ainda gera muitas controvérsias. De um lado, há os que pensam ser importante que a criança aprenda a nadar desde cedo por motivos de sobrevivência, mas há os que acham que isso apenas aumenta o risco da criança se aventurar na água e sofrer um afogamento.
Tradicionalmente, as aulas de natação são recomendadas para crianças acima de três ou quatro anos, embora antes disso a criança já possa frequentar cursos para bebês em algumas academias, que consistem apenas de brincadeiras e familiarização com a água e são realizados com o bebê no colo dos pais. Abaixo algumas dicas para quem frequenta ou gostaria de frequentar a piscina com seu bebê

De 6 meses a 1 ano
Nessa idade, a intenção é apenas apresentar a água ao bebê e familiarizá-lo com o ambiente por meio de brincadeiras.
- mantenha seu bebê em seus braços todo o tempo
- não mergulhe crianças abaixo de três anos sob a água. Apesar de nascermos com um reflexo de não respirar quando submergidos, as crianças podem engolir muita água, o que pode levar inclusive a uma intoxicação.
- Vista nele fraldas específicas para a água, como essa, da marca Huggies. Isso evita que fezes vazem para a piscina, contaminando a água.
- Se você possui piscina em casa, ela deve ser cercada em todos os lados com um portão de fechamento automático fora do alcance da criança. Mas lembre-se de que a cerca não substitui a supervisão.
- Um bebê pode se afogar em uma pequena quantidade de água e muito rapidamente, tome cuidado também com piscinas infláveis, baldes e banheiras.

De 2 a 3 anos
Nessa idade a criança é estimulada a movimentar braços e pernas na água, mas ainda precisa estar acompanhada de um adulto, embora seu filho possa achar que já consegue nadar sozinho
- Converse com ele sobre a segurança na piscina, como não correr ao redor e só entrar na água com o papai ou a mamãe.
- Bóias infláveis podem causar uma falsa sensação de segurança, pois podem desinflar com facilidade, especialmente se forem de qualidade duvidosa.
-  Retire da piscina brinquedos e objetos flutuantes que possam atrair a atenção da criança, que vai querer pegá-los

O que vocês pensam sobre o assunto?
Até outro dia, um beijo!